Crítica (em áudio): BATMAN V SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

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A equipe do O Pastel Nerd (e alguns convidados) dá sua opinião sobre o encontro dos personagens da DC nas telas! Sem spoilers… e sem conclusões fáceis!

Confira a opinião de Maurício Muniz, Eduardo Marchiori, Carlos Alberto Bárbaro (do O Pastel Nerd) e Leonardo Vicente e César Freitas (do programa HQ&Cia) sobre o filme de Zack Snyder. Clique abaixo para ouvir:

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8 comentários sobre “Crítica (em áudio): BATMAN V SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

  1. A crítica apontou exatamente o que boa parte dos críticos deixaram como unânime: “arrastado pacas”. E por fim, ele tem tudo aquilo que deixará um Nerd com sorriso digno de comercial de pasta de dentes: referências aos quadrinhos, exageros, áudio no talo nos momentos em que o pau come solto e um show de computação gráfica.

    E a espera foi pro saco, literalmente!

    Ps: Quem não gostou do meu comentário amanhecerá com a boca cheia de formiga.

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  2. Caramba fiquei impressionado com a reação de vocês. Quando assistir, voltarei para deixar meu choro neste muro das lamentações.

    Usando o raciocínio obvio típico do “profeta do desastre já aconteceu”, não podemos esperar muito do Zack Snyder pois já é a terceira vez que ele tinha tudo para fazer um filmão, mas deixa a desejar em relação as obras originais. Além dos desmandos e mandos na produção, onde Man Of Steel 2 se tornou “#Batman V Superman” com hashtag e tudo, é inegável como a falta de uma proposta coesa afeta qualquer projeto. Ficar entre duas ideias, a de criar um filme sério e questionador e outro ao se entregar entretenimento pipoca resulta num monstrinho que quer ser tudo mas acaba sendo nada.

    Os filmes do Nolan, por mais falhas que tenham na representação de alguns personagens se mantêm unidos por estabelecer de forma clara as motivações dos personagens. Apesar de complexos, dá para se resumir em poucas palavras suas motivações. Batman/Bruce Wayne: Símbolo ; Coringa: Caos; Gordon: Justiça; Rachel: Esperança.

    Agora fazendo o mesmo exercício com o Man of Steel o que temos?

    Superman: Esperança? Apesar de esse ser o simbolo em sua roupa, não deixa de ser só um letra que representa nada na trama. Justiça? No único momento em ele se confrontou com uma decisão moral, sua escolha foi daquela feita com as próprias mãos. Coragem? Força? Talvez ficaria entre esta e uma que se encaixe melhor: Destruição.
    Os produtores por sua vez tentaram dar um tom divino ao herói. Só que “divindade” é um conceito muito amplo, contraditório e complexo onde o único mérito é a fé. As pessoas tem que ter fé no Superman sem nenhuma explicação, elas precisam tem fé de que ele vai salvar a cidade, fé de que ele é bonzinho apesar de atravessar voando pelos prédios de Metrópolis. Isso não se sustenta se a unica forma de contato que tivermos com o herói for os filmes recentes.

    Para consertar o Superman, sugiro coloca-lo num simples quadro: Bondade. Superman é bom, façam vilões colocar em teste sua própria bondade. É um conceito fácil de se entender, apesar de levar a inúmeros temas mais cabeludos, um herói bom é mais palatável , compreensível e para quem tá de olho nos negócios, rentável.
    É muito fácil complicar, colocar filosofias, conceitos políticos antropológicos e sociológicos para inflar uma ideia. Mas como diria Shakespeare: ” Brevidade é a alma do engenho”

    Agora é torcer para que o Esquadrão Suicida seja a salvação da DC e não apenas ” Arlequina: O Filme”

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  3. Vi na cabine carioca de quarta de manhã e fiquei com a mesma impressão. O filme é lento (dei umas cochiladas, pois estava com sono), descabido e dark demais. Essa leitura do Superman como se ele fosse o azulão (roxão) das trevas é um erro básico que o Zack Snyder trouxe do filme anterior. O que me surpreendeu positivamente foi o Ben Affleck, que levou na raça a missão que recebeu. O elenco, aliás, é o ponto forte. Jeremy Irons fez um ótimo Alfred. Não acho que super-heróis não possam ter uma leitura pesada, mas concordo com o Maurício que isso tem que ser bem feito. Como acontece na relação Demolidor/Justiceiro na segunda temporada da série da Netflix, por exemplo.

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  4. Acabei de ver o filme. E para dizer a verdade, eu gostei.
    Acho que o Superman arrancou o coração dos nossos intrépidos críticos para serem tão cruéis com o filme. Primeiramente, é BvS é melhor que Thor, Homem de Ferro 2 e o Homem de Aço que, tirando este último, não tiveram nem a metade das críticas que o filme mais recente do Snyder está tendo. Talvez o grande mérito dos filmes da Marvel, principalmente lá na primeira fase, foi em colocar o espectador com a expectativa baixa que se contrasta com a obra que tem no título os nomes dentro os maiores e mais reconhecidos heróis dos quadrinhos. É normal se esperar muito.

    Não achei o filme lento e desinteressante mas, como a maioria, detestei o trabalho de Jesse Eisenberg no papel de Lex Luthor. Me pareceu que o ator fez uma cena boa, aquela onde ele apresenta Clark para o Bruce e o diretor decidiu repetir essa mesma dinâmica com TODOS os outros atores em que Jesse contracena. Seria o mesmo se o Coringa de Ledger fizesse o ˜truque do lápis” toda vez que encontrasse alguém e assim não há roteiro, e público, que aguente. Mas conhecendo o Snyder, no Superman 2 ele vai tentar explicar isso de alguma forma mirabolante.

    As cenas de ação estão incríveis, em destaque para a luta em 360 graus ao redor do Batman.

    Um ponto fraco foi a aparência do Apocalipse, tive a impressão que ele mudava de rosto a cada close, fora parecer um orc genérico que poderia ser figurante no Senhor dos Anéis.

    Para mim os momentos vergonha alheia foram a da Diana olhando no Pc as cenas pós créditos que a equipe de marketing não se decidiu qual colocar e resolveram fazer um take com todas de uma vez. E a nossa amiga Lois Lane jogando a lança no poço para depois ter que pegar de volta e quase se matar no processo.

    Mas olhando a repercussão, o esse ultimo trabalho do Snyder poderia se chamar Critics V Public porque eu nunca vi tamanha polarização de opiniões.

    Há quem diga que o funeral no final do filme não é do Superman mas do Universo Cinematográfico que eles estavam tentando criar. Eu discordo.

    Minha nota
    6.5/10

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  5. O que me incomodou não foi tanto o clima dark, mas os furos de roteiro. O conflito entre Batman e Superman não tem uma razão crível de ser, e sua conclusão é piegas. Comparado ao que conhecemos desses personagens, alguns se mostram irreconhecíveis (não tanto pelos atores, mas pelo roteiro). Luthor está histriônico e megalomaníaco, além de não ter motivação alguma. Batman está anos luz do detetive calculista que conhecemos. O ódio cego que ele demonstra não tem nada a ver com o personagem das HQs. Ódio esse que, novamente, não parece ter razão de ser. Superman ainda se mostra vacilante. A origem de Apocalipse não parece ter sentido algum. Mas há coisas boas. A Mulher-Maravilha de Gal Gadot, um dos maiores alvos de críticas dos fãs antes do filme estrear, se mostra uma grata surpresa. O cameo do Aquaman foi bem impactante, me lembrou um desses vídeos aquáticos em que uma moréia acuada em sua toca ataca o cinegrafista.

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