Entre Balões: Quando os HERÓIS eram BRAVOS E DESTEMIDOS

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A origem secreta e a incrível trajetória de um dos títulos de mais sucesso da DC Comics

Por Ben Santana

Quem está hoje na casa dos “enta” deve se lembrar de Superduplas, um título da EBAL que mostrava o encontro do Batman com outros personagens da DC Comics. Era o final dos anos 1970 e esse era um dos títulos mais bacanas daquele período.

Pensem: O Batman. E um monte de super-heróis. E a arte extremamente elegante de Jim Aparo. Para aquele garoto de dez anos que fui, era o equivalente a — sei lá — um novo jogo de Playstation ou conseguir um Pokemon novo todo mês.

Mas o que não tínhamos como saber naquela jurássica época pré-internet é que as histórias que saíram em Superduplas foram originalmente publicadas em The Brave and the Bold, um título que sofreu uma série de metamorfoses desde a sua criação em 1955.

O heroico início

Em sua origem, não era uma revista de super-heróis, começando, na verdade, como uma resposta da National (como a DC Comics era conhecida na época) a outro título que surgira no comecinho daquele mesmo 1955: Valor, da EC Comics (sim, aquela mesma de Tales from the Crypt), do grande Bill Gaines, uma das muitas editadas pelo fantástico Al Feldstein.

Vamos recordar um pouco…

A EC Comics foi praticamente destruída no início dos anos 1950, graças a uma combinação de paranoia, ganância exacerbada das outras editoras e ao doutor Frederic Wertham e sua série de artigos, aos quais se seguiu o infame livro The seduction of the Innocent, uma das maiores desonestidades intelectuais já perpetradas, que diziam que todo o mal do mundo era culpa dos quadrinhos, principalmente aqueles de terror. Após tamanho petardo, a EC, a editora que vendia milhões de cópias de quadrinhos de daquele gênero, de repente não tinha mais nada para ser publicado. Gaines e Feldstein seguiram então em uma nova direção, com títulos de ficção científica (Incredible Science Fiction) e guerra (Aces High). E aventura histórica, no caso, a Valor acima mencionada.01

A National, já tendo os seus títulos de guerra e ficção científica, resolve também lançar uma antologia de aventura histórica (ei, por que não? Se a EC está fazendo, deve dar certo). Sim, The Brave and the Bold.

Inicialmente ela contava com as séries Príncipe Viking (de Joe Kubert), Silent Knight (de Irv Novick) e Golden Gladiator (de Russ Heath), logo substituído por “Robin Hood” (também de Heath). O principal escritor de TB&TB nessa fase inicial foi Robert Kanigher, mas algumas histórias vinham de Bill FingerBob Haney (que mais tarde ficaria indelevelmente associado ao título).

A Valor durou cinco números, como quase tudo da “nova direção” tomada pela EC (exceção feita, é claro, a Mad). Já TB&TB durou vinte e quatro números nesse formato.

02Vamos experimentar coisas novas?

Em 1959, no número 25, a TB&TB deu uma guinada e se tornou o segundo título de testes da editora (o primeiro sendo Showcase, de 1956), com novos personagens e conceitos sendo apresentados aos leitores. O Esquadrão Suicida, de Kanigher e Ross Andru, foi o primeiro e ficou no título por três números consecutivos. Em 1960, um marco: no número 28 temos a estreia da Liga da Justiça, de Gardner Fox e Mike Sekowsky, que ficou mais dois números na revista até ser promovida para um título próprio.

Em 1961, o número 34 viu a volta do Gavião Negro (Hawkman), um personagem da Era de Ouro agora repaginado por seu criador, Gardner Fox, e por Joe Kubert. TB&B foi, por um tempo, a casa do personagem alado. Ele apareceu regularmente por lá durante 1961 e 1962, intercalando-se com O Esquadrão Suicida e Cave Carson, até finalmente ganhar um título próprio em 1964.

Lembra-se que eu falei que TB&TB era uma revista para testar personagens e conceitos? Pois é. O ano de 1963 teve cinco das mais bizarras (e, admito, extremamente divertidas) edições de TB&TB, com Strange sports stories, que combinava — obviamente — esportes e ficção científica. Ali vemos coisas como “O desafio do time de baseball sem cabeça” e “O boxeador fantasma”.

Mas as coisas estavam para mudar. E como.

Os grandes encontros

O editor Julius Schwartz veio com a seguinte ideia: seguindo o exemplo de World’s Finest, de 1941 (que mostrava as aventuras de Superman e Batman) ele colocaria dois personagens da editora juntos, dividindo uma aventura. O que eles chamam em inglês de “team-up” (algo aproveitado na década seguinte pela Marvel). Então, vocês estão pensando, “o Schwartz resolveu colocar o Batman junto com outro personagem e…”05

Não. O primeiro encontro de heróis em TB&TB não tinha o Batman.

No número 50 (de 1963) tivemos o Arqueiro Verde e… O caçador de Marte. Esse é um dos marcos da chamada “Era dos team-ups”, e já trazia o logotipo de cada um dos personagens lado a lado, o que se tornaria a marca registrada da série. Em seguida viriam Aquaman e Gavião Negro; Elektron e Flash; Kid Flash, Robin e Aqualad (que deu origem aos Novos Titãs), Flash e Caçador de Marte etc.

O primeiro team-up de Batman (com o Lanterna Verde) só apareceria no número 59, em 1965, e o segundo só quase um ano depois, no número 64 (TB&TB era inicialmente bimestral), em 1966.

06Mas aí algo aconteceu: a batmania tomou a América de assalto naquele ano, graças ao seriado camp estrelado por Adam West. Obviamente, as edições que tinham o Batman vendiam mais. E o resto, como dizem, é história.

A ideia dos team-ups, desde a sua concepção, era ótima: colocar um personagem conhecido (Mulher Maravilha, Flash) com outro de relevância quase nula (Supergirl, Eclipso) e fazer que o leitor se interessasse pelos segundos. E em 1966 não existia outro personagem mais conhecido que o Batman.

Uma miríade de artistas passou pelo título na época. Murphy Anderson, Alex Toth, Ramona Fradon, Joe Kubert… Era impossível saber quem seria o próximo desenhista de TB&B. A única certeza é que ele seria escrito por Bob Haney.07

Vindo de editoras como a Dell, Fawcett, Quality e até mesmo a Harvey, Haney começou a trabalhar para a DC na década de 1950, assumindo os roteiros de histórias de guerra para títulos como Star Splangled War Stories, All-American Men of War e Tomahawk (que se passava na Guerra da Independência Americana). Escreveu ainda várias edições de Aquaman e foi um dos criadores (com Arnold Drake e Bruno Premiani) de A Patrulha do Destino e Metamorfo (este com Ramona Fradon). Aliás, Metamorfo foi responsável pela interrupção, por dois números, da série de encontros.

Enquanto isso, um jovem artista que tinha se desiludido com o trabalho nas tiras de jornal andava à cata de emprego. Seu nome? Neal Adams.

Adams se Junta a Família

Adams havia trabalhado em Ben Casey, uma tira baseada no seriado médico televisivo de mesmo nome, mas tentava entrar nas editoras de quadrinhos. Após uma breve passada pela Warren, logo chegou à DC, desenhando uma história para Our Army at War. Em pouco tempo, já assumira os pincéis em The Spectre, mas abandou o título e começou a trabalhar em Strange Adventures, nas história do Desafiador (“Deadman”, no original). Além disso, vinha fazendo uma série de capas para a DC, inclusive para as revistas do Batman. Mas o que queria mesmo era fazer a arte para o interior dessas revistas.

08Em uma entrevista para o podcast Fatman on Batman, de Kevin Smith, Adams conta que foi até Julius Schwartz e pediu que ele lhe desse um dos títulos. O mítico editor negou, já que Adams havia abandonado The Spectre (que era editado pelo próprio Schwartz) algum tempo antes. Ele então falou com Murray Boltinoff, o editor de The Brave and The Bold, e foi imediatamente atendido.

No número 79 (1968) tem início a colaboração de Adams e Haney, com um encontro de Batman e… o Desafiador (é claro).

Adams entrou com o pé na porta: alongou as orelhas do Batman e fez que sua capa ficasse esvoaçante, lembrando — apropriadamente — as asas de um morcego. E ele não dava muita bola para o roteiro de Haney. Se estivesse escrito “dia”, ele desenhava a cena como noite, à qual julgava (corretamente) que o personagem pertencia. Haney, por sua vez, percebia que essas mudanças eram para melhor. Algo deve ser dito sobre Bob Haney: ele sempre soube aproveitar os artistas que ilustravam as suas histórias.09

Adams foi responsável também pela mudança no visual do Arqueiro Verde (no número 85, de 1969), dando-lhe uma aparência que lembrava um Robin Hood moderno. Esse visual acompanhou o herói até o final dos anos 1980.

A participação de Adams em TB&TB durou pouco. Ele ficou até o número 86 (apesar de ter voltado no número 96 para desenhar uma história de Denny O’Neil utilizando a Casa dos Mistérios) . A razão para ele ter abandonado o título? Simples. Schwartz percebeu que TB&TB vendia mais que Batman e Detective Comics, as duas revistas principais do personagem, e colocou o desenhista com O’Neil para revitalizar o Batman, afastando-o da pegada camp trazida pelo seriado e que havia sido assumida pelos quadrinhos.

O Bravo e Destemido Jim Aparo

Em 1970, então, Murray Boltinoff estava precisando de um artista para substituir Adams. Ele então entregou TB&TB para Nick Cardy, que já havia trabalhado com Haney em Aquaman e The Teen Titans. A sua curta fase à frente do titulo é extremamente apreciada 10pelos leitores, graças a sua habilidade em desenhar lindas mulheres. Algo que foi aproveitado (é claro) por Haney. Cardy deixou TB&TB em 1971 e Boltinoff mais uma vez precisava de um artista fixo para o título. E a resposta estava debaixo de seu nariz.

Jim Aparo começou a trabalhar na DC no final dos anos 1960, vindo da Charlton (onde desenhava The Phantom). Quando o editor Dick Giordano deixou a editora e foi para a DC, ofereceu a Aparo um trabalho em Aquaman, onde ficou até o cancelamento do título. O seu próximo trabalho foi The Phantom Stranger (o Vingador Fantasma, no Brasil).

Para o número 98 de TB&TB (1971), Haney tinha escrito uma história que colocava o Batman em um encontro com o Vingador Fantasma. Aparo, o desenhista fixo deste, foi chamado. Boltinoff gostou muito do que viu, e a partir do centésimo número Aparo assumiu o título até o seu cancelamento, no número 200.

Aparo nunca havia desenhado o Cavaleiro das Trevas. Mas quando o fez foi de forma espetacular. O seu Batman era definitivamente mais esbelto que o de Cardy e se aproximava do de Adams, de quem ele foi injustamente acusado de ser um clone. Nada mais injusto. Ele tinha um estilo próprio, facilmente reconhecível. E conseguia retratar os demais personagens da DC de uma forma maravilhosa, e mesmo aqueles que tinham uma forte identidade visual associada aos seus principais artistas ou criadores, como o Flash (Carmine Infantino), Senhor Milagre, Kamandi e Etrigan (Jack Kirby) ganhavam a partir do seu lápis uma aura de elegância poucas vezes vistas nos quadrinhos de super-heróis. 14

Seu storytelling era cinematográfico, com movimentos e cortes de câmera extremamente dinâmicos. Além disso, fazia a sua própria arte-final e letreiramento. Era, sem dúvida alguma, um artista completo.

Com Aparo, Haney mudou mais uma vez o enfoque de seu Batman. O’Neil e Adams o tinham deixado mais sombrio. Mas se o Batman de Haney não era aquele de Adam West, ele também não era sério demais. Haney, provavelmente, por entender que os quadrinhos não podiam ser apenas para crianças ou só para adultos, sempre tentou achar um meio termo.

E suas aventuras, espelhando as de James Bond, eram frenéticas, muito menos super-heroísticas e mais voltadas para a ação. Duvido que tenha existido um Batman que tenha viajado mais, se envolvido mais com femme fatales, cientistas loucos ou espiões. E até mesmo — é claro — com supervilões. De qualquer forma, as histórias de Batman em TB&TB tinham um valor de entretenimento poucas vezes igualado, não importando se ele estivesse em Gotham, Atlantis, Timbuctu ou no espaço.

Continuidade? Pra quê?

15Se a continuidade atrapalha uma boa história, ao diabo com a continuidade. Haney seguiu essa regra à exaustão.

Alguns exemplos: O número 84 (maravilhosamente desenhada por Adams) mostra o Batman dos anos 1960 e o Sargento Rock. Até aí tudo bem. Mas é dito que o Batman (dos anos 1960), que deveria ter uns trinta anos na época, teve uma das suas primeiras missões justamente com Rock e a Companhia Moleza, durante a Segunda Guerra Mundial. Ou seja, o Batman que aparece ali deveria, pelo lógica, ter uns cinquenta anos.

E tem mais. O Pantera (“Wildcat” no original) era à época um personagem da Terra-2, a realidade paralela na qual os heróis começaram a sua carreira no final dos anos 1930. Ele apareceu contracenando com o Batman moderno, ou seja, aquele da Terra-1. Um deslize, poderíamos dizer. Mas como Haney gostava do Pantera, ele apareceu em mais quatro edições, criando uma confusão ainda maior.

17Oliver Queen, o alter ego do Arqueiro Verde (outro freguês do título), é mostrado no número 106 como um milionário. Só que nas páginas de Green Lantern e Justice League of America, da mesma época, ele tinha perdido toda a sua fortuna.

E não posso deixar de falar do team-up mais estranho já publicado em TB&TB. No número 124, o Batman e o Sargento Rock se encontram com… Jim Aparo. A quarta parede é demolida sem piedade, em uma das mais marcantes edições da série.

Logo, alguns fãs começaram a dizer que as histórias se passavam em outra Terra, apelidada de “Terra-B”… O “B” pode ser de Boltinoff, The Brave and the Bold ou mesmo de Bob Haney.

Já outros leitores escreviam cartas furiosas para a DC. Boltinoff as ignorava. Afinal, ele sabia que o título vendia bem. E era por causa de Aparo e Haney.

Boltinoff deixou o título no número 132, sendo substituído brevemente por Denny O’Neil. Paul Levitz foi o próximo editor. Levitz também era o editor de Batman e Detective, então se esperava que ele aproximasse mais o Batman de TB&TB de suas contrapartes publicadas naquelas revistas. Mas a sua primeira declaração foi que “Haney e Aparo só sairiam de The Brave and the Bold por cima de meu cadáver”.

O fim de uma era

Apesar da declaração de Levitz, com o tempo ele começou a pedir que outros escritores, como Mike W. Barr e Carey Burkett , “consertassem” os roteiros, escrevendo algumas páginas e adequando-as mais à cronologia da época. Haney, obviamente, não ficou nada feliz com isso. O passo seguinte foi o esperado: Haney foi substituído.

18O número 157 (Dezembro de 1979) foi a ultima edição escrita por Bob Haney. Um dos homens responsáveis por The Brave and the Bold estava fora do título que ajudou a definir e transformar em sucesso.

Na introdução de Batman illustrated by Neal Adams, de 2003, o artista comenta sobre Haney: “Apesar de não ter o reconhecimento que elas merecem, as histórias de Bob Haney são clássicos na tradição dos super-heróis, com os seus dramas e densidade no roteiro, cheias de reviravoltas surpreendentes. Haney nunca será reconhecido o suficiente pela sua contribuição ao gênero. E isso é uma vergonha.”

Haney continuou escrevendo o título de guerra The Unknown Soldier até o seu cancelamento em 1982. E então sumiu da editora. Depois de ter colaborado por mais de trinta anos com a DC, tornou-se — literalmente — mais uma página virada. Ele recebeu o Bill Finger Memorial Award for Excellence, dado pela comissão do Prêmio Eisner, em 2011. Um prêmio póstumo, infelizmente, pois ele havia morrido em 2004, aos 78 anos.

O Fim

The Brave and the Bold continuou até o número 200, de julho de 1983. Mas apesar de ser ilustrado por Aparo, a mágica tinha se esvaído com a saída de Haney. Apesar do número de escritores que passaram por ele, tornara-se um título previsível e formulaico, com nada que o diferenciasse de tantos outros. Uma exceção foi o 19número 181, escrito por Alan Brennert (que foi trazido para TB&TB por Dick Giordano, que havia assumido como editor). Brennert era um escritor de televisão, tendo contribuído inclusive para Buck Rogers in the 25th Century. E nessa edição, com Rapina e Columba, ele — na tradição de Haney — ignora completamente a cronologia, mostrando os heróis como adultos, enquanto seus colegas Titãs permaneciam adolescentes em outros títulos da época. Santa ironia, Batman!

No final de 1982, Len Wein se tornou o editor de TB&TB, em substituição a Giordano. Na época já existiam rumores que a revista seria cancelada, algo que foi confirmado por Wein no número 195. The Brave and the Bold, naquele período em que os quadrinhos estavam mudando, aparentemente tinha se tornado um anacronismo, considerado nada se não um fóssil pela maioria dos leitores.

Então, com o número 200, em uma história de Mike W. Barr e desenhos de Dave Gibbons, que mostrava o team-up (ou quase) dos Batmen das Terras 1 e 2, o título foi finalmente encerrado.

O Legado

0001The Brave and the Bold gerou uma série de títulos de encontro. A Marvel, nos 1970, usou e abusou do formato, com Marvel Team-Up (que tinha o Homem-Aranha e um herói convidado), Marvel Two-in-One (idem, mas dessa vez com o Coisa) e até mesmo Super-villain Team-Up. A própria DC Comics lançou (em 1978) a DC Comics Presents, que tinha o Superman como o anfitrião.

Em 2007, a DC lançou uma nova versão de TB&TB, com os doze primeiros números a cargo de Mark Waid e George Pérez. A série, com 36 números, na verdade não era de encontros apenas do Batman, mas sim de vários personagens da editora, nos moldes dos primeiros team-ups do título, lá em 1963.

Em 2008, tivemos a espetacular animação Batman: The Brave and the Bold, desenvolvida por James Tucker e Michael Jelenic, uma série calcada totalmente nos conceitos de Haney. Nela, a cronologia não tinha quase nenhuma importância. A série nos proporcionou encontros inusitados como o de Batman e Space Ghost (!!!).

Ao fim e ao cabo, The Brave and the Bold foi uma série que mostrou destemidamente que os quadrinhos podiam ser divertidos, com um enorme valor de entretenimento, sem amarras, sem preocupações. E, no final, essa foi a sua maior ousadia.

Bravo.

BenO bravo e destemido Ben Santana nasceu no final da Era de Prata, mas cresceu na Era de Bronze. Professor, tradutor e desocupado (quando sobra tempo), vem lendo e pesquisando quadrinhos desde sempre. Para outros textos sobre quadrinhos, visite seu blog: http://prataebronzecomics.blogspot.com.br

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